sexta-feira, 27 de junho de 2014

Frustação.


Eu me olho no espelho e vejo tantas esperanças, tantos objetivos, tantos sonhos...
De repente uma força destruidora chamada baixa estima me possui e quando olho novamente o espelho eu vejo defeitos tantos de personalidade como físicos, eu vejo raiva, magoa, frustrações, eu queria ser outra,
eu queria estar em outro corpo diferente do meu... Por que a sociedade impõe esses padrões de beleza?
Quando ligo a t.v. o que eu vejo? Sinceramente não me vejo em nenhuma dessas personagens...
Onde pessoas que estão fora do padrão estão?
É sufocante você ter que se adequar porque o mundo te pressiona a isso.
Nós vivemos em um mundo padronizado, com regras ditas nas entrelinhas.
Alguns movimentos queriam tanto a perfeição que acabaram provocando guerras, quem não era padronizado do modo que lhes satisfaziam então seria descartável.

Eu sei que estou errada em me deixar levar pelos pensamentos negativos
Eu sou tão sensível, mas ninguém vê... Eu choro as vezes e ninguém vê...
Porque na verdade as pessoas só vêem aquilo que lhes é de interesse próprio...


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Raiva, genuína raiva que me consome como chama ardente
Será que o tal Karma está sendo justo realmente?
Tudo o que plantamos nós iremos colher, mas será que essa ultima plantação veio em porcentagens maiores?
Meu mundo está como uma montanha russa incontrolável.
Tenho dois extremos fortes, a felicidade que irradia, alimenta a vida.. A tristeza que destrói, melancolia devastadora.
Eu detesto admitir que ando extremamente insuportável.
O fato dos meus defeitos estarem despontando cada vez mais, e eu sei que eles são como facas apontadas para todos os lados, mal sabem as pessoas que me julgam que estas facas estão me cortando por dentro.
O meu sorriso todos deslumbram, mas as lagrimas, as lagrimas...

Eu só faço um pedido não me julgue pelos meus defeitos, porque eles aos poucos estão me fazendo cair sozinha... 

O que restou de nós?


Não sei o que doí mais, o silencio ou as palavras dilacerantes
Eu já aguentei tanto que ofensas já nem doem tanto assim... Eu acostumei-me com tudo isso pra tentar achar um caminho prospero só nosso
E ninguém pode zombar de minhas feridas, eu tive boas intenções entretanto as pessoas são tao individualistas que só percebem aquilo que as afeta.

O nosso amor foi ou ainda é (sinceramente eu não sei o que restou dele)
 um pequeno broto que em meio pedras floresceu
Eramos uma brasa que incendiou
fomos uma apenas gota que transbordou
 Vencemos os nossos inimigos, contudo nós nos destruímos sozinhos.
Toda e qualquer barreira era pequena para nós, rimos até a barriga doer de felicidade
E brigamos até a ultima pétala da rosa secar e cair
E sendo levada por uma maré de lembranças eu me pergunto, será que ainda vale a pena?

Foi lentamente mas continuo e assim não demorou muito para que as brigas se tornassem rotineiras
Eu e você cheios de orgulho, tomados pela raiva, incentivados pelas magoas...
Eu aprendi aos poucos que em uma briga ninguém vence, somos todos perdedores...

Será que existe desculpa o suficiente para nos redimirmos?
será que somos capazes de transformar cinzas em fogo novamente?
será que vamos conseguir transformar o vapor em água?
Depois que a vida se esvai de alguém ela não costuma voltar, tem de se cultivar uma nova vida...

Eu não sei o que aconteceu conosco, a única certeza que eu tenho é que estamos nos destruindo.
  

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